O projeto em sua 6ª Edição é a continuidade das primeiras edições do projeto executado pelo proponente em 2004, 2012, 2013, 2014 e 2015, que levou com grande êxito a Arte do Repente a um público total de aproximadamente 30.000 alunos e servidores da rede pública do Distrito Federal e Entorno em mais de 50 apresentações gratuitas do repentista João Santana acompanhado pelo repentista Chico de Assis e por diversos repentistas do DF.

O público imediato alcançado pela 6ª edição é estimado em um total de 9.000 alunos e servidores de escolas públicas, a maioria com idade entre 10 e 20 anos, e também servidores da rede pública de ensino e pais de alunos, de todas as raças e gêneros. Alunos, professores e servidores de escolas públicas de Ceilândia, Santa Maria, Varjão, Plano Piloto, São Sebastião, Itapoã, Águas Lindas e São Gabriel/Planaltina de Goiás. Serão distribuídos 10.000 exemplares impressos do folheto “O Repente e a Casa do Cantador” e também serão realizadas oficinas e palestras.

A cada apresentação, a dupla de repentistas cantará estrofes criadas no momento da apresentação, conforme a tradição do Repente, discorrendo sobre variados temas (de interesse público, históricos, atuais, etc.) em diversas modalidades do Repente (sextilhas, voa sabiá, coqueiro da Bahia, quadrão perguntado, o que é que me falta fazer mais, galope à beira-mar e outras), declamará poemas matutos, atenderá solicitações de temas da plateia e, como de costume na Arte do Repente, se confrontará em um desafio de repentes, numa interação espontânea e descontraída com o público.

No intuito de levar ao conhecimento da comunidade escolar a versatilidade e dinâmica da improvisação do Repente de Viola, a cada apresentação, o repentista brasiliense João Santana (de mãe piauiense e pai goiano), heptacampeão de campeonatos regionais de repentistas do DF, acompanhado por um dos repentistas convidados, cantará estrofes criadas no momento da apresentação, conforme a tradição do Repente.

Os repentistas discorrerão sobre variados temas (de interesse público, históricos, atuais, etc.) em diversas modalidades do Repente (sextilhas, voa sabiá, coqueiro da Bahia, quadrão perguntado, o que é que me falta fazer mais, galope à beira-mar e outras), declamarão poemas matutos, atenderão solicitações de temas da plateia e, como de costume na Arte do Repente, se confrontarão em um desafio de repentes, interagindo com o público de modo espontâneo e descontraído.

Os versos feitos de improviso pelo repentista João Santana (e os demais repentistas qualificados que com ele têm divido palcos) são fruto de intensa e contínua pesquisa realizada no intuito de se manter atualizado e preparado para transmitir informações benéficas aos ouvintes do Repente, ampliando os espaços dedicados à reflexão e à discussão de temas relevantes para a sociedade. Essas peculiaridades do Repente enfatizam seu potencial educacional e lúdico, fazendo com que essa arte seja, sobretudo, útil à formação da identidade cultural da sociedade brasileira. Uma apresentação de repentistas, além de proporcionar momentos de descontração, reflexão e contemplação, pode ser um instrumento pedagógico na linha do que dizia Paulo Freire sobre o fato de que “a melhor maneira de atingir a consciência do povo é passando por seu coração”.

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